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Historia

Consta nas Atas das Sessões da Câmara, registro do deferimento de
solicitação de terras, na década de 1860, para um pedido de 50 braças
quadradas de terreno no “Bigurrilho”, assim chamado um ribeirão
existente e para o qual foram designados obras e serviços, ficando a
localidade conhecida por essa denominação. No final do século XlX a
região foi ocupada por imigrantes alemães, poloneses e ucranianos,
com destaque para esses últimos que, em 1895, se fixaram no lugar
conhecido como Campo da Galícia. As primeiras transformações
ocorreram na década de 1920, com o loteamento das grandes áreas,
entre as quais se destacou a Planta Vila Schimmelpfeng, considerada
como o empreendimento que deu início ao processo de expansão da
região. A referida Planta teve origem na propriedade de Albino
Schimmelpfeng, datada de 1879, que por várias décadas foi ponto de
referência para os moradores locais. O núcleo formado por habitação e
comércio de pequeno porte era marco de implantação do antigo bairro
e convivia com chácaras de produção leiteira para as áreas próximas. A
Planta Jardim Champagnat, da década de 1960, apesar de ser alvo de
menção ao Bigorrillho, resultou da venda parcial de gleba da Ordem
Marista, no antigo Mercês, tendo seus reflexos nos confrontantes. No
final do século XX formava-se uma nova imagem do Bigorrilho, onde as
chácaras e caminhos foram substituídos por vias de trânsito intenso e
torres de condomínios, estabelecendo um novo vínculo de
identificação com o espaço transformado. A nova caracterização de
ocupação criou também uma nova apropriação de referência ao lugar
que veio a confrontar com o significado da ocupação da antiga
temporalidade. Diante dos novos tempos, é ainda a memória somada
de várias gerações, que explica e resguarda a identidade das bases de
formação do Bigorrilho.

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